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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
CURSO DE LÍNGUA ÁRABE - NÍVEL BÁSICO
domingo, 15 de janeiro de 2012
mensagem 160112 - segue
paz seja sempre contigo...
sei que és um escolhido...
por isso segue em frente que o próprio senhor te dirá o que deve fazer ou falar...
"e me disse: Eis que te farei frutificar e multiplicar, e te porei por multidão de povos, e darei esta terra à tua semente depois de ti, em possessão perpétua." (Gn 48:4)
"Eis que farei uma coisa nova, e, agora, sairá à luz; porventura, não a sabereis? Eis que porei um caminho no deserto e rios, no ermo." (Is 43:19)
"Eis aqui o meu servo que escolhi, o meu amado, em quem a minha alma se compraz; porei sobre ele o meu Espírito, e anunciará aos gentios o juízo." (Mt 12:18)
apenas lembre-se sempre que devemos respeito aos nossos superiores.
"Vós, servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne, com temor e tremor, na sinceridade de vosso coração, como a Cristo,
não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus;
servindo de boa vontade como ao Senhor e não como aos homens,
sabendo que cada um receberá do Senhor todo o bem que fizer, seja servo, seja livre." (Ef 6:5-8)
que o senhor te abençoe, proteja e guarde em nome do pai, do filho e do espírito santo hoje e sempre... amém e amém! - (igreja evangélica santo dos santos - msn: elysilmarvidal@gmail.com - fones: 41-3338-6234 - (tim) 41-9820-9599 - (claro) 41-9821-2381 - (vivo) 41-9109-8374 - apóstolo ely vidal - mensagem 160112 - segue)
sábado, 14 de janeiro de 2012
Notificação Urgente!!!
AVISO!!!
Aviso referente às seguintes entidades:
ANIPSI-Associação Nacional e Internacional de Psicanálise
CBJAE-Corte Brasileira de Justiça Arbitral e Eclesiástica
CMA-Corte Mundial Apostólica
CONIPSI-Conselho Nacional e Internacional de Psicanalistas
FATENOVI-Faculdade Teológica Nova Vida
ORMEIB-Ordem de Ministros Evangélicos Independentes do Brasil
Vimos informar que nenhuma pessoa ou entidade está autorizada a assinar nenhum documento, bem como pronunciar-se em nome de nenhuma das entidades acima relacionadas.
Fica esclarecido, portanto, que, a partir de 01 de dezembro de 2011, são 3 (três) as pessoas com autoridade para assinarem e se pronunciarem em nome dessas entidades. São eles:
Dr. Natanael Costa (com reconhecimento de firma em cartório do Estado de São Paulo)
Dr. Ítalu Bruno Colares de Oliveira (com reconhecimento de firma em cartório de Brasília)
Dr. Ely Silmar Vidal (com reconhecimento de firma em cartório de Curitiba - Paraná)
Em caso de dúvida, por favor entre em contato:
Dr. Ely Silmar Vidal (diretor)
Fones:
41-9820-9599 - (tim)
41-9821-2381 - (claro)
41-9109-8374 - (vivo)
E-MAIL / MSN:
elysilmarvidal@gmail.com
Skype:
siscompar
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Sinto vergonha de mim
Sinto vergonha de mim
por ter sido educador de parte deste povo,
por ter batalhado sempre pela justiça,
por compactuar com a honestidade,
por primar pela verdade
e por ver este povo já chamado varonil
enveredar pelo caminho da desonra.
Sinto vergonha de mim
por ter feito parte de uma era
que lutou pela democracia,
pela liberdade de ser
e ter que entregar aos meus filhos,
simples e abominavelmente,
a derrota das virtudes pelos vícios,
a ausência da sensatez
no julgamento da verdade,
a negligência com a família,
célula-Mater da sociedade,
a demasiada preocupação
com o 'eu' feliz a qualquer custo,
buscando a tal 'felicidade'
em caminhos eivados de desrespeito
para com o seu próximo.
Tenho vergonha de mim
pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos 'floreios' para justificar
actos criminosos,
a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre 'contestar',
voltar atrás
e mudar o futuro.
Tenho vergonha de mim
pois faço parte de um povo que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer...
Tenho vergonha da minha impotência,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.
Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir o meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar o meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.
Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo deste mundo!
'De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes
nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
A rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto'.
(Cleide Canton com fechamento 'última estrofe' de Rui Barbosa)
Por favor, solicito correção de autoria do texto SINTO VERGONHA DE MIM. Não foi escrito por RUI BARBOSA e sim por mim, CLEIDE CANTON. De Rui é o final apenas que coloquei como fecho.
ou na correção de Rolando Boldrin:
http://www.youtube.com/watch?v=ERTmvOll87s
Esse equívoco está causando grande constrangimento não apenas a mim, mas à Literatura Brasileira.
este é o site de cleide canton:
http://www.paginapoeticadecleidecanton.com/sintovergonha.htm
Agradeço - Cleide Canton - 30 de Maio de 2010 09:42
A Resposta do Jeca Tatu
A Resposta do Jeca Tatu
Autor: Catullo da Paixão Cearense
Intérprete: Rolando Boldrin
Como diz o cabôco: "Diz qui", há muito tempo, um tal Senadô andô falano num jornal
qualquer, qui o rocêro, o caipira, é... um priguiçôso, um indolente, um que só vive
incostado... um punhado de coisas, enfim. O grande poeta Catullo da Paixão Cearense
colocou, então, na boca de um desses brasileiros, lá do sertão, uma resposta... bem assim:
Seu dotô, venho dos brêdo,
Só pra mode arrespondê
Toda aquela fardunçage
Qui vancê foi inscrevê!
Num teje vancê jurgano
Qui eu sô argum cangussú!
Num sô não, Seu Conseiêro.
Sô norte, sô violêro
e vivo naquelas mata,
como veve um sanhaçu!
Vassucê já mi cunhece:
Eu sô o Jeca Tatu!
Cum tôda essa má piáge,
Vassucê, Seu Senadô,
Nunca, um dia, se alembrô,
Qui, lá naquelas parage,
A gente morre de fome
E de sêde, sin sinhô!
Vassuncê só abre o bico,
Pra cantá, como um cancão,
Quano qué fazê seu ninho,
Nos gáio duma inleição!
Vassuncê, qui sabe tudo,
É capaiz de arrespondê
Quando é que se ouve,
Nos mato,
O canto do zabelê?
Em qui hora é qui o macuco
Se põe-se mais a piá?
E quando é que a jacutinga
Tá mio de se caçá?
Quando o uru, entre as foiage,
Sabe mais asubiá?
Qualé, de todas as arve,
A mais derêita, inpinada?
A qui tem o pau mais duro,
E a casca mais incorada?
Hem?
Vancê nun sabe quá é
A madêra qui é mais boa,
Pra se fazê uma canôa!
Vancê, no meio das tropa,
Dos cavalo, Seu Dotô,
Oiano pros animá,
Sem vê um só se movê,
Num é capáiz de iscuiê
Um cavalo iquipadô!
Eu quiria vê vancê,
No meio de uma burrada,
Somente pur um isturro,
Dizê, em conta ajustada,
Quantos ano, quantas manha,
Quantos fio tem um burro!
Vancê só sabe de lêzes,
Qui si faiz cum as duas mão!
Mais, porém, nun sabe as lêzes
Da Natureza, e qui Deus
Fêiz pra nóis, cum o coração!
Vancê nun sabe cantá,
Mais mió qui um curió,
Gemeno à bêra da istrada!
Vancê nun sabe inscrevê,
Num papé, feito de terra,
Quano a tinta é o do suó,
E quano a pena é uma inxada!
Se vancê nun sabe disso,
Num pode me arrespondê:
Óia aqui, Seu Conseiêro:
Deus nun fêiz as mão do home,
Somente pra ele inscrevê
Vassuncê é um Senadô,
É um Conseiêro, é um Dotô,
É mais do qui um Imperadô,
É o mais grande cirdadão,
Mais, porém, eu lhi agaranto,
Qui nada disso siría,
Naquelas mata bravia,
Das terra do meu Sertão.
A miséria, Seu Dotô,
Tombém a gente consola.
O orgúio é qui mata a gente!
Vancê qué sê persidente?
Eu sô quero ser...
Rocêro e tocadô de viola!
Você tem todo dereito
De ganhá cem mil pru dia!
Pra mió podê falá.
Mais, porém, o qui nun pode
É a inguinorânça insurtá,
A gente, Seu Conseiêro,
Tá cansado de isperá!
Vancê diz que a gente
Véve cum a mão no quêxo,
Assentado, sem fazê causo das coisa
Qui vancê diz no Senado.
E vassuncê tem razão!
Si nóis tudo é anarfabeto,
Cumo é que a gente vai lê
Toda aquela falação?
Priguiçôso? Maracêro?
Não sinhô, Seu Conseiêro!
É pruquê vancê nun sabe
O qui seja um boiadêro
Criá cum tanto cuidado,
Cum amô e aligria,
Umas cabeça de gado...
E, dipôis, a impidimia
Carregá tudo, cos diabo,
In mêno de quato dia!...
É pruquê vancê nun sabe
O trabáio disgraçado
Qui um home tem, Seu Dotô,
Pra incoivará um roçado...
E quano o ôro do mío
Vai ficano inbunecado,
Pra gente, intoce, coiê,
O mío morre de sêde,
Pulo só isturricado,
Sequinho, como vancê!
É pruquê vancê nun sabe
O quanto é duro, um pai sofrê,
Veno seu fio crescendo,
Dizeno sempre:
Papai, vem mi insiná o ABC!
Si eu subesse, meu sinhô,
Inscrevê, lê e contá,
Intonce, sim, eu havéra
Di sabê como assuntá!
Tarvêis vancê nun dexasse
O sertanejo morrendo,
Mais pió qui um animá!
Pru módi a puliticaia,
Vancê qué qui um home saia
Do Sertão, pra vim... votá?...
In Juaquim, Pêdo, ou Francisco,
Quano vem a sê tudo iguá?...
Priguiçôso? Madracêro?
Não!.. Não sinhô, Seu Conseiêro!
Vancê nun sabe di nada!
Vancê nun sabe a corage
Qui é perciso um home tê,
Pra corrê nas vaquejada!
Vossa Incelênça nun sabe
O valô di um sertanejo,
Acerano uma queimada!
Vamicê tem um casarão!
Tem um jardim, tem uma cháca.
Tem um criado de casaca
E ganha, todos os dia,
Quer chova, quer faça só,
Só pra falá... cem mirré!
Eu trabáio o ano intero,
Somente quando Deus qué!
Eu vivo, no meu roçado,
Mi isfarfando, como um burro,
Pra sustentá oito fio,
Minha mãe, minha muié!
Eu drumo inriba de um côro,
Numa casa de sapé!
Vancê tem seu... ortromóvi!
Eu, pra vim no povoado,
Ando dez légua, de pé!
O sór, têve tão ardente,
Lá pras banda do sertão,
Qui, in meno de quinze dia,
Perdi toda a criação!
Na semana retrasada,
O vento tanto ventô,
Qui a paia, qui cobre a choça,
Foi pus mato... avuô!
Minha muié tá morrendo,
Só pru farta de mezinha!
E pru farta de um dotô!
Minha fia, qui é bunita,
Bunita, como uma frô,
Seu Dotô, nun sabe lê!
E o Juquinha, qui inda tá
Cherano mêmo a cuêro,
E já puntêia uma viola...
Si entrasse lá, pruma iscola,
Sabia mais que vancê!
Priguiçôso? He... Madracêro?
Não... Não sinhô, Seu Conseiêro!...
Vancê diga aus cumpanhêro,
Qui um cabra, o Zé das Cabôca,
Anda cantano esses verso,
Qui hoje, lá no Sertão,
Avôa, de boca em boca:
(cantado)
Eu prantei a minha roça,
O tatu tudo cumeu!
Prante roça, quem quisé,
Qui o tatu, hoje, sou eu!
Vassuncê sabe onde tá o buraco
Adonde véve o tatu esfomeado?
Han?... Tá nos paláço da Côrte,
Dessa porção de ricaço,
Qui fêiz aquele palaço,
Cum sangre do disgraçado!
Vancês tem rio de açude,
Tem os dotô da Ingêna,
Qui é pra cuidá da saúde...
E nóis?... O qui tem? Arresponda!
No tempo das inleição,
Qui é o tempo da bandaiêra,
Nós só tem uma cangaia,
Qui é pra levá todas porquêra,
Dos Dotô Puliticáia!...
Sinhô Dotô Conseiêro,
De lêzes, eu nun sei nada!
Meu derêito é minha inxada,
Meu palaço é de sapé!
Quem dá lêzes pra famía
É a minha boa muié!
Vancê qué ser persidente?
Apois, seja!
Apois seja, Meu Patrão!
A nossa terra, o Brasí,
Já tem muita inteligênça,
Muito home de sabença,
Qui só dá pra... ó, ispertaião!
Leva o Diabo, a falação!
Pra sarvá o mundo intêro,
Abasta tê... coração!
Prus home di intiligênça,
Trago comigo essa figa:
Esses home tem cabeça.
Mais, porém, o qui é mais grande
Do que a cabeça... é a barriga!
Seu Conseiêro... um consêio:
Dêxe toda a birbotéca dos livro!
E, se um dia, vancê quisé
Passá ums dia de fome,
De fome e, tarvêiz de sêde,
E drumi lá, numa rêde,
Numa casa de sapê,
Vá passá comigo uns tempo,
Nos mato do meu sertão,
Que eu hei de lhe abri a porta
Da choça... e do coração!
Eu vorto pros matagá...
Mais, porém, oiça premêro:
Vancê pode nos xingá,
Chamá nóis de madraçêro.
Purquê nóis, Seu Conseiêro,
Nun qué sê mais bestaião!
Não!.. Inquanto os home di riba
Dexá nóis tudo mazombo,
E só cuidá dos istombo,
E só tratá di inleição...
Seu Conseiêro hái de vê,
Pitano seu cachimbão,
O Jeca-Tatu se rindo,
Si rindo... cuspindo
Sempre cuspindo,
Co quêxo inriba da mão!
Eu sei que sô um animá,
Eu nem sei mêmo o que eu sô.
Mais, porém, eu lhe agaranto
Qui o qui vancê já falô,
E o qui ainda tem de falá,
O qui ainda tem de inscrevê,
Todo, todo o seu sabê,
E toda a sua saranha...
Não vale uma palavrinha,
Daquelas coisa bunita,
Qui Jesuis, numa tardinha,
Disse, inriba da montanha!...
(texto extraído do site: http://www.compadrelemos.com/visualizar.php?idt=1033442)
sábado, 7 de janeiro de 2012
Seminarista Internacional
| Ítalu Bruno Colares de Oliveira |
| Seminarista Internacional Ministério Itinerante Sola Escriptura |
| Site |
| www.emillbrunner.com |
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domingo, 1 de janeiro de 2012
mensagem 311211 - o ano já foi
"Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-poderoso." (Ap 1:8)
o ano já foi.
e o novo já iniciou.
estamos agora com o que restou do outro:
alguns pratos sujos, algumas toalhas sujas.
alguma ressaca da festa, e mesmo alguma ressaca da festa que não houve.
de qualquer forma, o ano já foi...
agora colocaremos a casa em dia.
vamos lavar as louças, limpar a casa,
e recomeçar as atividades que não chegaram a parar.
voltaremos a encontrar as mesmas pessoas, nos mesmos ambientes.
serão pessoas novas, porque nossos corações estão renovados.
até quando?
desta vez será diferente,
desta vez não deixaremos morrer a chama do amor que nasceu com a esperança do ano que findou.
sim, não deixaremos morrer,
não deixaremos esvanecer,
não deixaremos esmorecer.
porque essa chama nasceu do último suspiro da esperança de um ano que findou.
e porque essa chama é a maravilha do milagre do amor.
do amor de nosso amado pai em nossos corações.
do amor que agora vemos forte em nossas vidas.
e o vemos porque o sentimos,
sabendo que renasceu com o brilho do novo no ano que começa.
com o brilho do cristo que vive e revive em nós
mostrando-nos a maravilha da vida, por ele, para nós conquistada.
sim, o novo ano chegou
e com ele o brilho
a vitória
a paz e a harmonia
porque tudo isso temos no renascimento em cristo jesus senhor nosso!
(ely vidal - mensagem 311211 - o ano já foi)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.
Se esta mensagem te foi útil, e achas que poderá ser útil a mais alguém, ajude-nos:
(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)
leia este texto completo e outros em:
http://www.elyvidal.com.br
